
29/08/1958 – 25/06/2009
Este é o título do último livro de Paulo Miguel Martins, nosso ilustre colega de longa data. Desta vez, o Paulo Miguel afastou-se da ficção e enveredou por uma área onde se tem vindo a especializar nestes últimos anos: o cinema. Diz o press release da editora:



Jackson Pollock (28/01/1912-11/08/1956) foi um dos mais importantes pintores americanos do século XX e uma referência na corrente do Expressionismo Abstracto. As associações imediatas que surgem quando se menciona Pollock são o conceito de action painting e o desenvolvimento de técnicas como o dripping. Para conhecer melhor a vida atormentada e tempestuosa deste artista, recomendo o filme Pollock (2000), realizado e protagonizado por Ed Harris, que valeu a Marcia Gay Harden o óscar de melhor actriz secundária.
Depois do Cool Jazz Fest, CCB ou Paredes de Coura (se não me falha a memória), os Thievery Corporation regressaram ontem a Portugal para uma actuação no Coliseu. Muita energia e uma grande dedicação foi o que se respirou na sala da capital (três encores em que o último foi verdadeiramente uma decisão emocional imprevista em resposta à vibração de um público delirante é obra!). Um grande show do duo de Eric Hilton e Rob Garza que, para além dos músicos fixos, se fizeram rodear (como é hábito) de um punhado de convidados que coloriram o espectáculo com as cores do mundo.
"Music exists for the purpose of growing an admirable heart."
Está agendada para o final deste mês a reunião preparatória com os representantes do Lycée Marcel Callo no projecto Comenius 'Technowaste @ School', que irá envolver os alunos do 2.º ano de Gestão de Equipamentos Informáticos. A Val do Rio, como escola coordenadora do projecto, irá receber os responsável da escola francesa (o Director e dois docentes) para definir as principais linhas estratégicas, as actividades e os períodos de intercâmbio. Vamos lá mostrar que somos bons anfitriões e que sabemos receber bem os nossos convidados! Bienvenue au Portugal, Mesdames et Messieurs!
«Publicado pela primeira vez em 1910, O Livro Inclinado, de Peter Newell, é um clássico do livro para crianças e ao mesmo tempo um objecto único e irresistível para os leitores mais crescidos.Título O LIVRO INCLINADO
Título original The Slant Book
Autor Peter Newell
Tradutor Rui Lopes
Colecção Orfeu Mini
Ano de edição 2008
N.º pp. 48 Formato 17 x 26,5 cm
EAN 9789899556539
Preço 14 euros

Português 1
Ensino Profissional - Nível 3 - Módulos 1/2/3/4
Lurdes Cabrita Repolho, Manuela Espadinha
Entre Margens
Português - 11º Ano
Olga Magalhães, Fernanda Costa
Editora:
ISBN-13: 978-972-0-40027-7
Última Edição: Abril de 2007
N.º de Páginas: 352
Preço de Capa: EUR 24,79
Encadernação: Capa mole
Dimensões: 19,8 x 27,3 x 2,8 cm
Abordagens
New Frontiers 1
Módulos 1/2/3 - Ensino Profissional - Nível 3
Maria Emília Gonçalves, David Davis
New Frontiers 2
Módulos 4/5/6 - Ensino Profissional - Nível 3
Maria Emília Gonçalves, David Davis
New Frontiers 3
Módulos 7/8/9 - Ensino Profissional - Nível 3
Maria Emília Gonçalves, David Davis
1 de Julho de 1979, precisamente há 29 anos atrás, foi o dia da revolução nos hábitos de audição de música, com o lançamento do primeiro Walkman, a marca registada dos leitores de música portáteis da Sony. Isto graças ao trabalho do engenheiro do departamento de som da Sony, Nobutoshi Kihara, que conseguiu assim satisfazer o desejo de Akio Morita, co-fundador da empresa: encontrar uma forma de poder ouvir as suas óperas favoritas durante os frequentes vôos transcontinentais que fazia.
A partir desse momento, a portabilidade efectiva da música (sem ser preciso carregar às costas 10 kgs de electrónica) tornou-se uma realidade, permitindo a milhões de melómanos do mundo inteiro levar consigo a música favorita para onde quer que fossem, a pé ou em qualquer tipo de transporte.
Daí em diante o caminho ficou traçado, e depois da saudosa cassete, a música portátil passou pelos CD, MiniDiscs e outras variantes, até chegar ao actual leitor de mp3 que nenhum adolescente que se preze pode dispensar na guerra feroz do look casual e do "quem é que tem mais Megabytes no bolso".
Ouvir música tornou-se um acto mais solitário e menos partilhado, mas isso nem é necessariamente um ponto negativo, se pensarmos que a alternativa seria apanhar com os violentos decibéis de uma qualquer Boombox no banco do autocarro, na rua ou na praia. Haja silêncio!


E pronto! O filme chegou ao fim. Foi uma longa-metragem, mas hoje é oficialmente o último dia de aulas deste ano para os alunos da Val do Rio. Pelos corredores deparo-me com sentimentos cruzados - alegria, tristeza, cansaço, entusiamo, ansiedade, alívio, euforia, indiferença... Acima de tudo fica a certeza de que este fim não é o fim: nem para os alunos, com as suas matrículas, estágios, PAPs, workshops, recuperações, reposições... nem para os profs, com todas essas mesmas tarefas, mais a crucial pré-produção do próximo filme... digo, ano. Nós por cá, vamos postando...
Os novaiorquinos Ezra Koenig (voz, guitarra), Rostam Batmanglij (teclas, guitarra, vozes), Chris Baio (baixo) e Chris Tomson (bateria) formaram os Vampire Weekend no início de 2006, quando estavam a terminar os estudos na Universidade de Columbia, nos EUA. Descrevem os seu som como Upper West Side Soweto, designação que condensa algumas da múltiplas influências que povoam a sua música, que vão do Indie Rock ao Afro-Pop, passando pelo Punk, New Wave ou Psicadelismo, com melodias vigorosas e ritmos sincopados que conferem ao seu som um carácter simples mas bem estruturado. Juntam assim, de forma inteligente, bastante diversão e a evocação de estilos musicais que nos transportam para sonoridades dos anos 60 até à actualidade. A não perder o álbum homónimo, de 2008, e a sua participação no Optimus Alive! deste ano, no dia 10 de Julho.Um espaço para as Línguas, a Literatura, as Artes e a Cultura na Escola Profissional Val do Rio